A Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH – EP) e a companhia norte-americana de material tecnológico para o sector de petróleo e gás, Baker Hughes rubricaram, recentemente, em Florença, Itália, um memorando de entendimento que visa a criação de uma entidade para prestação de serviços de apoio técnico para perfuração e exploração destes recursos naturais em Moçambique, anunciou na tarde desta quarta-feira (11) a ENH em Conunicado de Imprensa.
De acorco a empresa pública, com esta parceria, a ENH Exploration, uma empresa 100 por cento detida pela ENH Serviços (filiada da ENH EP), será detentora de 51 por cento da estrutura accionista e a Baker Hughes 49 por cento, o que mostra um cometimento de uma parceria de longo prazo, olhando para a vida útil dos projectos de Gás Natural Liquefeito, mais conhecido por LNG.
Ainda de acordo com a fonte, com a criação deste consórcio, a nova empresa passará a concorrer para prestação de serviços de Construção de poços (brocas, fluidos de perfuração ou completação, serviços de perfuração em terra); Completações, Intervenção e Medições (Finalizações e intervenção de poços, Bombeamento de Pressão, Serviços de Wireline); Soluções de Produtos (Sistemas de Elevadores Artificiais; Campo Petrolífero e Produtos Químicos Industriais); e Sistemas submarinos e de pressão superficial (sistemas de tubos flexíveis, projetos submarinos e serviços, controle de pressão superficial).
Na nota que temos citado, a ENH precisa que a presença de conteúdo local, bem como formação de quadros moçambicanos que estarão envolvidos nos projectos, constituem outras das mais valias que este acordo trás para o nosso país.
A propósito, a Presidente do Conselho de Administração da ENH Exploration, Mónica Juvane, afirmou que esta parceria representa um marco para Moçambique, pois “estamos a garantir a formação de quadros nacionais para responder às diferentes necessidades do mercado, bem como receitas para o país em moeda estrangeira”.
A dirigente acrescentou que a ENH está a fazer não representa nenhuma invenção. “Estamos, sim, a seguir os passos trilhados por outras empresas nacionais como Sanangol, de Angola; Petrobras, do Brasil; Sonatrach e NNPC, da Nigéria, entre outras, que hoje, depois de se juntarem a parceiros internacionais, são dominantes no sector”.








