O Banco de Moçambique (BdM) garante que não voltará a comparticipar na importação de combustíveis, apesar das novas tendências do mercado, influenciadas pela impacto da guerra que envolve os aliados Israel e Estados Unidos da América ao Irão.
A informação foi tornada pública na passada segunda-feira, 23 de Março corrente, pelo Governador do Banco Central, Rogério Zandamela, após a reunião do Comité de Política Monetária (CPMO), órgão interno do BdM.
Ademais, o Rogério Zandamela explicou que os bancos comerciais têm feito um trabalho assinalável, destacando que apesar dos desafios enfrentados, têm assegurado que o financiamento da aquisição de combustível para o mercado moçambicano.
“Por enquanto, não vemos nenhuma necessidade para que isso seja a nossa postura”, apontou Rogério Zandamela.
A comparticipação nos combustíveis pelo Banco Central vinha sendo feita desde 2005, tendo representado 100 por cento depois de 2010.
Entretanto, em 2023, o BdM anunciou o fim da comparticipação nas facturas de importação de combustíveis do país, considerando que os valores já podiam ser suportados pelos bancos comerciais.








