O Economista-Chefe da Fundação para a Competitividade Empresarial (FUNDEC), Clésio Foia, diz que por Moçambique ser um país produtor de gás e estar a posicionar-se a cada ano como um actor importante a nível internacional, deve apostar nbeste recurso na sua matriz energética de modo a reduzir a dependência das importações de combustíveis, neste primeiro semestre fortemente afectadas exógemos como a Guerra no Médio Oriente e a escassez de divisas no mercado bancário nacional.

De acordo com Fóia, se Moçambique é pridutor de gás, então, deve usar essa fonte na sua matriz energética, passando a usa-la cada vez para movimentar a sua economia.

As ideias de Clésio Fóia seguem as recomendações que a FUNDEC deixou ao Executivo no quadro do relatório sobre a crise de combustíveis que afectou o país pouco depois do início da guerra no Médio Oriente quando, a 28 de Fevereiro, os aliados Estados Estados Unidos da América e Israel atacaram o Irão, provocando o encerramento do estreito de Ormuz, por onde passa 20 por cento do petróleo usado diariamente a nível mundial e gerando uma subida galopante dos preços de combustíveis no país.

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