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O preço de barril petróleo está a registar uma forte subida, estando a ser vendido a praticamente USD 115 (114,96 dólares americanos) às 12:00 horas (horário moçambicano) desta terça-feira na praça de Londres, que serve de referência para o mercado moçambicano.
Já na praça de Nova Iorque, o preço de barril de brent estava a ser comercializado a USD 104.13, continuando uma tendência de valorização que se manifestou ontem, ao fecho das praças duas principais praças internacionais desta comodidade.
Aliás, ontem, a praça de Londres fechou o dia com a cotação do barril de petróleo Brent para entrega em Maio em alta de 0,19 por cento, para os 112,78 dólares, renovando o seu máximo desde Julho de 2022.
O crude do Mar do Norte, de referência na Europa, fechou a sessão no Intercontinental Exchange a cotar 21 cêntimos acima dos 112,57 dólares.
Refira-se que o petróleo europeu manteve a cotação elevada, depois que o presieente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, ter ameaçado com a destruição das infra-estruturas energéticas iranianas se não for alcançado um acordo que inclua, entre outros pontos, o desmantelamento do programa nuclear de Teerão.
O eventual ataque norte-americano a centros-chave da produção de hidrocarbonetos, como a Ilha de Kharg, reavivou os receios com interrupções no fornecimento, que já se encontra sob pressão com o encerramento parcial do Estreito de Ormuz, por onde circulava 20 por cento do transporte marítimo do crude.
Não obstante, as subidas da cotação mantêm-se contidas, perante os sinais de contactos entre as partes, que alimentam expectativas de uma possível desescalada.
Recorde-se que, no dia 27 de Fevereiro, um dia antes do início da guerra no Médio Oriente, que opõe os aliados Israel e os Estados Unidos da América ao Irão, o barril de petróleo custava 67,02 dólares em Nova Iorque e 72,48 dólares em Londres.
Entretanto e não obstante a crítica situação de fornecimento de petróleo à escala global, o Presidente da República, Daniel Chapo, reafirmou a disponibilidade de combustível e à manutenção dos actuais preços no país até, pelo menos, finais do mês de Abril.








