A petrolífera angolana Sonangol só será privatizada depois da conclusão do Programa de Privatizações (PROPRIV), que termina este ano.
O anúncio foi feito pelo respectivo Presidente do Conselho de Administração (PCA) da Sonangol, Gaspar Matins, que lembrou que o programa de privatizações foi iniciado em 2023.
“O que devemos ter presente é que, para que isto aconteça, há um conjunto de condições que devem ser materializadas”, alertou o dirigente.
Adiante, destacou que a empresa continua comprometida com a operação, apesar de algumas condições não estarem criadas ainda.
O gestor referiu que enquanto não se privatiza a petrolífera, a Sonangol vai desencadeando algumas acções estratégicas visando a sua a entrada no mercado bolsista.
Acrescentou que a Sonangol mantém a intenção de dispersar até 30 por cento do capital, de forma faseada, mas indicou que o calendário dependerá da criação das condições necessárias.
“Quando formos à Bolsa e dizemos que a dispersão é até 30 por cento do capital, continuamos a pensar fazer da forma faseada, mas sem que durante este programa, que vai agora terminar em 2026, seja possível fechar todas as condições”, concluiu.
A Sonangol é a empresa estatal angolana do ramo petrolífero vocacionada para a exploração de hidrocarbonetos líquidos e gasosos no subsolo e na plataforma continental de Angola e, ainda, responsável pela exploração, produção, fabricação, transporte e comercialização de hidrocarbonetos nesta país da região da África Austral e falante de língua portuguesa.








