Os preços de barril de crude nos mercados internacionais iniciaram o dia desta segunda-feira, 2 de Março, registando uma forte subida, dois dias depois que os aliados Estados Unidos da América e Israel fizeram desdobramentos militares contra o Irão, país membro da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e responsável pelo estratégico estreito de ORMUZ, de onde passa um quinto (20 por cento) do petróleo consumido diariamente em todo o mundo.

A subida dos preços do petróleo no mercado internacional já representa uma forte ameaça à estabilidade dos preços que estão em vigor no país desde o passado dia 19 de Junho de 2025.

Na passada sexta-feira, um dia antes do início dos bombardeamentos dos EUA e Israel ao Irão, que tiveram como maior consequência a morte do líder supremo do país, Ayatollah Ali Khamenei, o preço de barril de crude fechou a negociar em torno de USD 67, 25 o barril, na praça de Nova Iorque (WTI Crude) e em USD 73,20 na praça de Londres (Brent Crude).

Na manhã desta segunda-feira, as encomendas para entrega no próximo mês de Abril estavam em torno de USD 71, 20 o barril, na praça de Nova Iorque (WTI Crude) e em USD 78,51 na praça de Londres (Brent Crude).

Já esta tarde (cerca de 14h30 minutos, horário moçambicano), Nova Yorque vendia o barril a USD 72.38, contra USD 78.81, em Londres.

Contas feitas, os preços que estão sendo praticados nas duas principais praças mundiais são superiores ao cobrados a 19 de Junho de 2025, quando o nosso país fixou os actuais preços de venda ao público. Na altura, recorde-se, o barril de petróleo custava USD 67.51 e USD 71.40 nas praças de Nova Iorque e Londres, respectivamente menos que USD 4.87 e USD 7.41.

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