O secretário de Estado no Niassa, Silva Livone, disse que determinadas bombas de abastecimento estão a desviar combustível do circuito formal, para comercializar no informal a preços mais especulativos.
Segundo o dirigente esta é a razão que explica a prevalecente crise destes produtos petrolíferos no Niassa, num contexto em que as reservas são suficientes para o abastecimento por dois meses.
Neste sentido, Silva Livone que falava na sequência de uma visita efectuada à delegação da Inspecção-Geral dos Recursos Minerais e Energia, defendeu a necessidade de estancar a comercialização no mercado informal, através de acções mais robustas da polícia.
Orientou a detenção e responsabilização dos actores que foram flagrados nestas circunstâncias consideradas ilegais.
No mesmo quadro, o Secretário de Estado manteve um encontro com gestores das bombas de abastecimento de combustíveis para melhor inteiração do que está a acontecer e solucionar o problema, marcado por longas filas nos postos de abastecimento, à semelhança do que se verifica num passado recente em Maputo e outros pontos do país.
Entretanto, em caso de prevalência, prometeu mão-dura no próximo dia 1 de Agosto do ano em curso, em caso de prevalência de irregularidades que tem sido constatados nos postos de abastecimentos.
Segundo a Petromoc, as reservas de combustível estão na ordem de 45 mil litros de gasolina e 50 mil litros de diesel, quantidades suficientes para satisfazer a todas as bombas de abastecimento.
A comercialização de combustível no circuito informal, tem sido feita, muitas vezes, nas proximidades das bombas de abastecimento e em recipientes não adequados.







