O projecto inserido no Projecto Mozambique LNG, prevê a montagem completa de fundações, estrutura, cobertura, construção de interiores, electricidade, sanitários, mobiliário, equipamento, detecção de incêndio e canalização de água potável.
De acordo com a CCS JV, consórcio contratado pela Total E&P Moçambique Área 1 para engenharia, tem como escopo de trabalho a montagem e instalação de alojamentos de dois pisos em sistema flatpack fornecidos da parte do contrator para um campo de duas mil pessoas.
Este desenvolvimento é mais um sinal positivo do início de actividades da multinacional TotalEnergies depois de accionar a cláusula de Força Maior, que suspendeu as actividades em 2021.
Aliás, no âmbito da retoma de operações, o Governo prometeu aprovar uma resolução que vai definir o limiar de despesas de capital a serem aplicadas pela TotalEnergies para as empresas moçambicanas, que se espera estejam envolvidas no projecto da Área 1.
Espera-se que a quota esteja fixada entre 10 e 20 por cento, num contexto em que a alocação de fundos está estimada em 2,5 mil milhões de dólares norte-americanos para aquisição de bens e serviços a empresas moçambicanas.
Esta medida vai reforçar a aposta no conteúdo local, promovendo a transferência de competências e contribuindo para o fortalecimento sustentável das Pequenas e Médias Empresas nacionais no que toca ao desenvolvimento do Conteúdo Local.







