Nos últimos dias, o país voltou a vivenciar situações de enchentes nos postos de abastecimento de combustíveis devido à escassez de produtos petrolíferos, com destaque para a gasolina.

As situações que se têm verificado em alguns pontos da província de Maputo voltaram a criar cenários de alarme para alguns automobilistas.

Em uma ronda feita pela Reportagem do Gasoduto em alguns postos de abastecimento na Área Metropolitana do Grande Maputo, constatou-se uma aparente falta de gasolina, o que originou longas filas de automobilistas, ainda que os cenários não sejam similares aos verificados recentemente.

A propósito, o presidente da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), Álvaro Massingue, disse que o sector empresarial está preocupado e continua em alta tensão em face das irregularidades no abastecimento de combustíveis.

Explicou que a economia precisa de recuperar dos constantes choques sofridos que acabaram por comprometer o desempenho das empresas.

“Os empresários têm a missão de retomar e acelerar o passo para que voltemos a produzir e melhorar os índices da nossa economia. Por sorte, continuamos a ter o mínimo para podermos circular, mas a preocupação continua porque enquanto persistirem os conflitos nós estamos sujeitos a correr os seus impactos”, disse Massingue, presidente da CTA, citado pela Televisão de Moçambique (TVM), em alusão às irregularidades no abastecimento de combustíveis.

Álvaro Massingue referiu que o combustível não é um produto de fácil substituição, apesar dos esforços na transformação das viaturas para uso do gás veicular.

“Estamos num momento de alta tensão e, enquanto não terminarem as hostilidades para que o combustível volte a ser abastecido com regularidade, sofreremos com estas situações”, referiu.

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