Pelo menos 200 mil dólares americanos, o equivalente a cerca de 12.6 milhões de meticais, foram já gerados como primeiros lucros das aplicações, pelo Banco de Moçambique, dos recursos do Fundo Soberano de Moçambique (FSM).

Os 12.6 milhões de meticais de lucros foram anunciados há dias por Emmanuel Chaves, presidente do Comité de Supervisão do FSM, especificando que o montante representa o somatório dos rendimentos alcançados até meados de Janeiro último.

A primeira injecção, pelo Executivo, de capital na ordem de 110 milhões de dólares americanos ocorreu em Dezembro de 2025 e foi acrescida de seis milhões de dólares em Janeiro do corrente ano.

Segundo a fonte, que falava na cidade de Maputo, o FSM ganha aproximadamente 25 mil dólares por mês, tendo em conta que até ao momento apenas um projecto de exploração de gás é que está a gerar receitas. Neste sentido, Chaves considerou o montante “aceitável”, garantindo que irá aumentar em consonância com o alargamento da capacidade produtiva da Bacia do Rovuma.

As aplicações financeiras realizadas pelo Banco de Moçambique e que garantiram os presentes lucros são de natureza provisória e de curto prazo, uma vez que o Governo ainda deve aprovar os procedimentos que permitam avançar-se para investimentos de longo prazo.

O FSM é um mecanismo criado pelo Governo para garantir que as receitas geradas pela exploração de petróleo e gás impulsionem o desenvolvimento social e económico do país, maximizando os benefícios para a economia nacional e assegurando que as mesmas sirvam como um pilar de estabilização do Orçamento do Estado, bem como uma base sólida para a criação de poupança e acumulação de riqueza para as gerações futuras.

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